Anjo de Deus

12/10/2016 às 12h10
fonte e imagem internet

 

Hoje meus leitores, no dia das crianças, compartilho com vocês a hitória do Davi, filho da minhna amiga Ana Cláudia Martins. 

Alegria de Viver com Davi Martins

Davi Andrey Martins Alves, 5 anos, tem Síndrome de Down, desde cedo já freqüenta a escola, faz atividade s de fonoterapia, fisioterapia e é bastante envolvido em atividades esportivas e sociais. O objetivo da família é mostrar para a sociedade que Síndrome de Down não é uma doença, é sim uma Deficiência Intelectual que compromete um atraso cognitivo no desenvolvimento motor e intelectual da criação, que estimulada desde cedo apresentam grandes e importantes resultados para sua qualidade de vida e inclusão familiar e comunitária.

O aceite da família para inclusão da criança é fundamental, Davi já ao nascer foi muito bem amado e acolhido. A família não ficou sabendo que ele teria Síndrome de Down, somente ao nascer, a mãe teve uma gravidez super tranqüila e feliz, pois somente no nascimento do bebê veio a noticia. Isso não abalou a família, ao contrario eles se fortaleceram ainda mais, uniram esforços e forma cuidar do Davi e conhecer mais sobre mitos e realidades sobre a “Síndrome de Down”. E assim vivem todos os dias muitas emoções ao lado desse garoto super lindão e super cheio de amor ...

Algumas informações importantes sobre a Síndrome de Down – É uma condição genética na qual existe um material cromossômico excedente ligado ao par de número 21 e por isso também é chamada de Trissomia do 21. As pessoas com a síndrome Down apresentam, em conseqüência, um atraso cognitivo (de leve a moderado) e alguns problemas clínicos associados. 

Características da Síndrome de Down 

As crianças com síndrome de Down possuem algumas características físicas específicas, que podem ser observadas pelo médico para fazer o diagnóstico clínico. Nem sempre a criança com síndrome de Down apresenta todas as características. Algumas podem ter poucas, enquanto outras podem mostrar a maioria das características da síndrome: 

* Inclinação das fendas palpebrais; 

* Pequenas dobras de pele no canto interno dos olhos; 

* Língua aumentada e proeminente;

* Achatamento da parte de trás da cabeça; 

* Ponte nasal achatada; 

* Orelhas menores; 

* Boca pequena; 

* Tônus muscular diminuído; 

* Ligamentos soltos; 

* Mãos e pés pequenos; 

* Pele na nuca em excesso; 

* Palma da mão com uma linha cruzada (linha simiesca); 

* Distancia entre primeiro e segundo dedo do pé aumentada. 

Frequentemente estas crianças apresentam malformações em órgãos desde seu nascimento: 

* As principais são as do coração, atingindo 30% dos portadores de síndrome de Dow; 

* Mal-formações do trato gastrointestinal, como estenose ou atresia do duodeno, imperfuração anal, e doença de Hirschsprung; 

* Perda auditiva condutiva; 

* Problemas de visão; 

* Alguns tipos de leucemia têm maior incidência crianças com síndrome de Down; 

* Pessoas com síndrome de Down desenvolvem as características neuropatológicas da doença de Alzheimer em uma idade muito mais precoce. 

Causas síndrome de Down 

A síndrome de Down é causada por um acidente genético que ocorre em média em 1 a cada 800 nascimentos.

Diferentemente dos 46 cromossomos que constituem o material genético de cada célula do corpo humano, a criança com síndrome de down possui 47 cromossomos, devido ao material cromossômico excedente ligado ao cromossomo 21. Por isto também é chamada trissomia do 21. 

Aumento da idade materna. A incidência de síndrome de Down entre os recém nascidos de mães de até 27 anos é de 1/1.200. Com mães de 30-35 anos é de 1/365. Depois dos 35 anos a freqüência aumenta mais rapidamente: entre 39-40 anos é de 1/100 e depois dos 40 anos torna-se ainda maior. 

Não foram identificados fatores durante a gravidez que possam causar a síndrome, visto que, a formação cromossômica ocorre na fecundação e nos primeiros estágios do embrião. 

Diagnóstico da síndrome de Down 

O diagnóstico da síndrome de Down é realizado pelo médico, que utiliza exames citogenéticos para confirmação do quadro. 

Tratamento da síndrome de Down

Não existe um tratamento específico para síndrome de down a fim de reverter a trissomia do cromossomo 21. O tratamento engloba, na verdade, uma série de medidas para tratar os problemas clínicos decorrentes da síndrome e também uma série de medidas de estimulação precoce e inclusão para aproveitar todo o potencial da criança com síndrome de Down. 

A estimulação precoce é um atendimento especializado direcionado a bebês e crianças de 0 a 3 anos com risco ou atraso no desenvolvimento global. 

Este atendimento é de fundamental importância, pois possibilita dar suporte ao bebê no seu processo inicial de interação com o meio, considerando os aspectos motores, cognitivos, psíquicos e sociais de seu desenvolvimento, bem como auxiliar seus pais no exercício das funções parentais, fortalecendo os vínculos familiares. 

Toda criança deve ser incluída na sociedade desde que ela nasce, começando com a inclusão em sua própria família, para então criar bases para inclusão escolar e social. 

A criança com síndrome de Down deve ser inserida na sociedade desde bem pequena quando freqüenta em seus passeios de carrinho os mesmos lugares que os outros bebês sem Síndrome de Down. 

Na fase pré-escolar é recomendado que a criança seja inserida em igualdade de condições com outras crianças, incentivando o desenvolvimento motor e psicossocial. 

Nas fases seguintes, a partir da alfabetização, um apoio específico é recomendado, tais como reforço escolar. Ainda assim os especialistas recomendam que se evite a exclusão por meio de classes especiais separadas. 

A Síndrome de Down é uma ocorrência genética natural e universal, estando presente em todas as raças e classes sociais. É a alteração genética mais comum, sendo registrada em 1 de cada 700 nascimentos. Não é uma doença nem um defeito, portanto, as pessoas com Síndrome de Down não são doentes. Não é correto dizer que uma pessoa sofre de, é vitima de, padece ou é acometida por Síndrome de Down. O correto seria dizer que a pessoa tem ou nasceu com Síndrome de Donw. A Síndrome de Down também não é contagiosa. 

Por motivo ainda desconhecidos, durante o desenvolvimento das células do embrião são formados 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente. O material genético em excesso altera o desenvolvimento regular da criança. Este material extra se encontra localizado no par de cromossomos 21, daí o outro nome pelo qual é conhecida, Trissomia do 21. 

Síndrome de Down hoje- Pessoa com Síndrome de Down tem apresentado avanços impressionantes e rompido muitas barreiras. Em todo o mundo, e também aqui na Brasil, há pessoas com Síndrome de Down estudando, trabalhando, vivendo sozinhas, se casando e chegando á universidade. A melhor forma de combater o preconceito é através da informação e inclusão de TODAS as pessoas, na família, na escola, no mercado de trabalho e na comunidade.