Série: Com a boca no mundo - Herpes Labial

13/04/2018 às 08h04
fonte e imagem internet

Nosso universo bucal é composto por muitos fenômenos e existem muitas complicações que podem afetar o interior e exterior da nossa boca, como o Herpes Labial, que é caracterizado como uma infecção viral e contagiosa que atinge a região do lábio além da boca e gengivas. 

Esse tipo de doença é considerado o tipo de herpes simples. O individuo pode ser contaminado por meio de beijos, sexo oral, talheres e copos contaminados. Propaga-se facilmente. 

Os principais sintomas são: 

- Erupções nos lábios; 

- Bolhas avermelhadas; 

- Lesões na boca; 

- Crostas amareladas que coçam; 

- Desconforto na região; 

- Dor de garganta. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais 3,7 bilhões de pessoas (67% da população) com menos de 50 anos, estão infectadas com o vírus herpes simples, tipo 1. 

Um estudo mostrou que 50% das crianças já contraíram o vírus do herpes antes de 12 anos de idade, pois as crianças têm o hábito de levar coisas a boca, incluindo beber do copo de outras pessoas. 

Crônico: pode durar anos ou a vida toda, pois uma vez que o vírus se instalou no organismo, ele fica adormecido e pode voltar diante de diversos fatores ou gatilhos que reativam o herpes simples como: 

- Excesso de exposição de sol. Os raios ultravioletas podem ativar o vírus; 

- Alimentos industrializados que possuem conservantes; 

- Estresse, má alimentação e sono ruim podem desencadear crises; 

- Sistema imunológico fraco ou em baixo; 

- Doenças do sistema imune como HIV ou lúpus. 

O tratamento visa reduzir os sintomas, acelerar a cicatrização e prevenir as complicações, através de remédios antivirais, que podem ser usados em pomadas ou comprimidos, que ajudam a diminuir a replicação do vírus. 

O que fazer para não pegar herpes na Boca: é usar a regra do NÃO! 

- NÃO - Beijar desconhecidos ou pessoas com feridas no canto da boca; 

- NÃO - Usar objetos de outra pessoa como talheres, copos, toalhas ou emprestar batom; 

- NÃO - Comer ou provar comida de outras pessoas como picolé, pirulito ou sorvete; 

O importante é impedir o contato com tudo o que não sabe por quem foi usado ou que possa ter estado em contato com a boca ou mãos de alguém infectado com o vírus, pois embora este não se pegue através do toque, uma passagem de mão em bolhas com o líquido pode ser suficiente para transportar e transmitir o vírus. 

Prevenir sempre! 

E não deixar de consultar seu dentista!