Web love – sexo virtual: saúde ou doença?

16/01/2017 às 06h01
fontes imagem internet

Segundo alguns pesquisadores, o sexo virtual está se tornando uma epidemia, atingindo milhares de pessoas ao redor do mundo. 

Com o progresso tecnológico, está sendo maior o distanciamento dos indivíduos e provocado um acirrado individualismo. E para suprir suas carências afetivas e emocionais, as pessoas têm se aproximado pela internet, o que facilita a comunicação e encurta as distancias. 

Sabe-se que a virtualidade nos aproxima, e que aquilo que não encontramos no mundo real, buscamos no virtual, e lá se cria o mundo que se quer com as cores que desejamos, usando-o como se ele existisse. 

Sim, o virtualmente perfeito e belo como nossa imaginação quer e cria-se assim o mundo imaginário... 

Para as pessoas, homens e mulheres que procuram no mundo virtual satisfazerem suas libidos, costuma haver um pequeno limiar entre o comportamento saudável e o vício quando se caracteriza da pessoa deixar de viver sua vida real. 

Pessoas que precisam desta forma de estimulação e deixam outras atividades para se dedicarem ao web love - sexo virtual - já fazem uso patológico, produzindo situações de dependência emocional desses mecanismos, gerando um problema nos relacionamentos reais. 

Muitas pessoas acreditam que esta forma de sexo - lover’s game (jogo de amantes) - não representa problemas sérios para a saúde, mas pode comprometer de maneira importante suas vidas. 

Mas também segundo profissionais da área e considerando que vivemos na era cibernética, é muito complicado dizer que o sexo virtual não é normal. 

Para terminar essa questão temos que saber quais os limites de nossas carências sem precisar sofrer ou adoecer. 

A prática do web love pode ser saudável, mas cuidado para não ficar preso ao virtual e travado na vida real. 

Não esqueça caso necessite de ajuda ou orientação procure um bom profissional da área.